Ações Afirmativas, Diversidade e Inclusão

O Programa de Pós-Graduação Multicêntrico em Química de Minas Gerais (PPGMQ-MG) reconhece a importância das ações afirmativas, da diversidade, da equidade e da inclusão para a formação de recursos humanos e para o fortalecimento da pós-graduação.

Como programa desenvolvido em rede, o PPGMQ-MG contempla políticas de reserva de vagas em seus processos seletivos, observando as normas institucionais das instituições associadas. Essas medidas buscam ampliar as oportunidades de acesso à formação em nível de mestrado e doutorado para grupos historicamente sub-representados no ensino superior.

O programa conta com uma Comissão da Política de Ações Afirmativas e Equidade, responsável por acompanhar e contribuir para o desenvolvimento de iniciativas relacionadas à inclusão, à diversidade e à permanência estudantil.

Na Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), as ações afirmativas na pós-graduação também são orientadas pelas normas institucionais vigentes.

Políticas e documentos institucionais

Pesquisas relacionadas à diversidade, inclusão e justiça socioambiental

A produção científica dos docentes e discentes do PPGMQ-MG também pode contribuir para a compreensão de questões relacionadas às desigualdades sociais, à diversidade cultural, à justiça socioambiental e à valorização de comunidades tradicionais.

Entre os trabalhos relacionados a essas temáticas, destaca-se o artigo:

Território, tecnologia social e educação ambiental: autonomia e resiliência em comunidades quilombolas pós-desastre – enfoque na Comunidade Sapé, Brumadinho (MG).

Publicado na Revista Tecnologia e Sociedade, o estudo analisa os desafios socioambientais enfrentados pela Comunidade Quilombola Sapé, em Brumadinho (MG), abordando educação ambiental, tecnologias sociais, sustentabilidade territorial e autonomia comunitária.

O trabalho evidencia a importância da participação das comunidades tradicionais na construção de soluções para problemas socioambientais, bem como da valorização dos conhecimentos locais e de políticas públicas inclusivas.

Acesse o artigo: https://doi.org/10.3895/rts.v22n70.19745